BAPTISTA-BASTOS - Cidade Diária. Lisboa: Futura, 1972. 1ª ed.
139+3 pp. Br.
"Um livro povoado como uma cidade, um estilo original, de um 'bebedor' do quotitiano, uma escrita veloz e densa, ao mesmo tempo", nas palavras do escritor Carlos de Oliveira sobre este A., que o também escritor, menos ortodoxo, Luiz Pacheco, saudou a propósito de um outro livro de crónicas, escrevendo: [nele] há talento, há verve, há ousadia, há um homem, há um escritor".
Um livro difícil de classificar nos géneros conhecidos: crónicas, contos, prosa memorialística, narrativas ou histórias inventadas a partir de factos reais?
Bomestado (3,5/5). Algumas menchas de idade na capa de brochura, miolo limpo.
#267
Baptista-Bastos - Cidade Diária, 1972
12,00 €Preço

